segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O BESOURO QUE BATE NA VIDRAÇA

O besouro que bateu na minha vidraça /
não fez toc-toc como um coleóptero da coleção de Cecília Meireles /
porque aqui nesta minha charneca da poesia /
é um ser saído de mim /
mas um ser também livre de mim como obra da natureza /
coisa entre coisas da natureza /
que somente me permite captá-lo como objeto /
ao qual dou o ser que entendo /
que me é inteligível /
junto com Lineu e outros zoólogos e companheiros andarilhos pela vida /
inteligência que muda com o tempo, o diálogo peripatético com os filósofos /
e a evolução da minha inteligência de poesia /
pois o ser é a poesia /
é a poesia que dá o ser /
sendo a ontologia da filosofia apenas a dialética /
a lógica na língua como silogismo /
de onde flui o conceito e definição do objeto estudado /
e a classificação em a categorias da razão pura /
na filosofia transcendental de Kant /

Este escaravelho veio de longe /
( e já voou mais longe nas asas do ser ) /
veio de para lá das plagas do antigo Egito /
( cortando o tempo em pedaços poéticos )
veio este escaravelho do velho país da Esfinge de Gizé /
veio velho no corpo do tataravô de antes da poesia ser formada com argamassa humana /
no único ser intelectual vivo e inteligente /
que o homem criou enquanto pensamento e sentimento /
depois que os signos e os símbolos foram ordenados em histórias poéticas /
que eram chamadas de míticas ou lendárias /
( a poesia é o segundo Adão /
o Adão sábio e verdadeiro /
o Buda dos orientais /
o filósofo dos gregos antigos /
o deus dos gregos ainda mais antigos que os muro minóicos
o ser que o homem é /
o ser que dá ser às coisas e ao mundo /
a inteligência suprema /
o ser supremo
que não foi moldada pelas mão do artífice supremo do universo /
mas pelo miserável ser que é o homem /
o trágico animal de Nietzsche ) /
Trichodes apiarius.jpg
Por isso a poetisa Cecília Meireles somente trouxe a poesia do besouro /
e não o besouro /
pois o coleóptero só vem nas águas /
é filho do Moisés bíblico escrito nas águas /
batizado no Jordão pelo verdadeiro profeta da natureza : João Batista /
- que é uma energia presente perenemente na natureza /
esta deusa misteriosa e velada ao ser a que temos acesso pela poesia /
( o batismo é um fenômeno natural que se repete em todas as épocas das águas )
Lucanus-cervus-maskulinum.jpg
Bateu na minha vidraça o velho coleóptero /
que Lineu classificou em sua poesia taxionômica /
( há muita poesia na zoologia e botânica do sábio Lineu )
e o profeta João Batista batizou no Jordão /

O escaravelho é uma máquina da natureza /
cujo milagre é ser uma máquina viva /
cujo corpo flexível é de uma beleza e graça inexcedível /
apto a sobreviver inteligentemente e livremente /
com a sabedoria genética de milhões de anos de vida no livro dos genes /
sem necessidade de qualquer ajuda humanitária ou humana ou sobre humana /
o que difere dos seres que criamos /
das máquinas maravilhosas que construímos com motor /
que voam e correm na velocidade de um conversível de luxo /
porém não são inteligentes nem se regeneram /
não possuem o corpo flexível /
(aliás, não possuem nem corpo, mas mera carcaça nati-morta /
pois já saem das fábricas rígidas e frias como a morte /
enquanto não se liga o motor /
que depende do homem para o acionar e do combustível para funcionar /
Lampyris noctiluca.jpg
Voou sobre terras vaga-lume, que é um coleóptero /
sem se molhar nas bátegas mais espessas da chuva /
nem a tempestade que mais mais fustigou suas asas /
alterou minimamente sua rota nunca rota como a do rígido jato da Airbus /
que sem inteligência despenca no oceano porque incapaz de reparar uma falha /
Leptinotarsa decemlineata
O escaravelho velho veio num vôo melhor que o vôo do helicóptero - o coleóptero /
no mapa traçado por Moisés /
que ainda está na natureza escrito para leitura dos besouros e dos poetas /
sem embargo da estupidez humana /
que tem feito o impossível para esses anais de Moisés desde as sete pragas do Nilo /
num esforço estúpido de suicídio do único animal que em geral não tem siso /
mas somente muito riso... - de palhaço tolo e descontextualizado no circo natural /
Hercules.beetle.arp.jpg
Este escaravelho veio anunciar que a vida renasce /
que a água batiza a vida numa festa anual das cheias do Nilo /
( que a bíblia contextualizou como as sete pragas do Egito /
mas que é apenas o sinal de Moisés para as águas fertilizarem o solo /
e tocarem as trombetas do anjos para a revoada anual /
em que vêm besouros, térmitas, formigas e tudo cria asa e voa /
para a festa da reprodução das águas /
a festa dos insetos regida pelo anfíbio Moisés ) /
Nilo Azul perto de Bahar Dar
Lá ou para lá de onde Allá criou o Delta do Nilo /
de onde veio o escaravelho velho e empoeirado /
que se desprendeu da rigidez da sua escultura fixa em cartuxo e pedra para faraó /
saiu o escaravelho esculpido na rocha da Pirâmide voando de dentro dos hieróglifos /
que o prendiam junto ao Livro dos Mortos /
e abriu o livro dos Vivos /
depois do batismo do profeta João Batista /

O anacoreta João Batista derrama água /
batiza todos os insetos e anfíbios /
que saem em revoada como o fez o escaravelho esculpido na Pirâmide /
deixando vazio o texto do Livro dos Mortos que guia o faraó na sua jornada final /
e abrindo para sempre as páginas do Livro da Vida /

Se o profeta João Batista não continuasse a batizar as águas /
a água não teria nem daria a vida que João batiza no ciclo das águas /
os coleópteros não levatariam voô de vaga-lume /

e Moisés não lideraria os anfíbios /
nem enviaria em missão vital os pilotos alados de todos os insetos /

para reciclar a vida perenemente /
( esta é a Bíblia da vida /
escrita todos os dias nos genes /
e todos os anos nas águas )
Um besouro que deixe de bater na minha vidraça
é uma parte da minha vida que está sendo ceifada /
ano a ano, ó tanajura que não vi este ano /
ó tanajura que amo ano a ano e dia a dia no ano /
tanajura que nem vi no ano passado /
não preciso do jura tanajura pura nem de injúria ou perjúrio /
ao asseverar que nos anais já reduziam dois anos a menos na minha vida /
dois anos que parte da vida morreu /
com a simples ausência de uma única tanajura /
que não virou praga do Egito /
mas fênix extinta /

SAN JUAN BAUTISTA DE EL GRECO, SÃO JÃO BATISTA DE EL GRECO, SAN JUAN BAUTISTA DE EL GRECO, SÃO JOÃO BATISTA DE EL GRECO

EL PROFETA SAN JUAN BAUTISTA E SAN JUAN EVANGELISTA - O PROFETA SÃO JOÃO BATISTA E SÃO JOÃO EVANGELISTA DE EL GRECO
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Profetas do islão no Alcorão
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CARTUXOS DOS FARAÓS - CARTUXOS DOS FARÓS - ESCRITA HIEROGLÍFICA

Cartela   ("cartucho")   de   Amen-hotep   II

CARTELA OU CARTUCHO DE AMEN-HOTEP II

HIERÓGLIFOS EM UMA ESTELA FUNERÁRIA

PEDRA DE ROSETA

quinta-feira, 18 de junho de 2009

OTTOGRIEBEL : O TEMPO NO CASTILLO DE GALA DALÍ


Quando estou quieto entre as coisas delimitadas pelo espaço / percebo o tempo movendo-se em mim tal qual um lagarto monitor ou um monstro de Gila / atravessando as areias em dunas do meu deserto do Sinai / Fico quedo em rochedo entre as coisas / todavia não sou coisa, mas objeto da minha percepção sensível / ( objeto é algo que lanço para encobrir a coisa / velar a coisa que não posso perceber senão enquanto objeto dos sentidos e pensamento / por isso cubro o objeto com os sentidos e com conceitos e categorias / que me permitem tirá-la da coisa desconhecida e transformá-lo em indústria do meu saber : / com a matéria-prima da coisa que desconheço fabrico um objeto que coloco na cultura / na forma abstrata de conceito ou manual e concreta de arte, artefato / assim nasce mais um anjo surrealista de Salvador Dalí : / do Salvador do mundo onírico ) / Das coisas somente conheço um pouco do ser / do ser que são lançadas em forma de meus objetos mentais / e dos sentidos que apalpam o mundo como se ele fora uma flor de laranjeira alva tirada à barra da alva / graças ao milagre do torque do tempo motor do mundo e da vida / O tempo : motor que cria o mundo / que move coisas e objetos / que cria pelo movimento o ser em matemática enquanto objeto mental / e física e química e eletricidade enquanto objeto sensório / captado para ser aquilo que a concepção da mente e dos sentidos desenham, discursam, / põem na forma de signos e símbolos / O tempo é o ciclo Otto / o motor Otto que põe coisas em torvelinho no espaço / espaço e tempo percebido enquanto objetos / que apenas assim percebidos e conceituados se transformam em ser / na glória matutina do tempo que anda da abelha andarilha à glória matutina / A glória matutina : trepadeira que sopra seus anjos das trombetas / das suas flores em forma de trombetas de anjos no Apocalipse / O Apocalipse é soprado em trombeta todo dia! / Cotidianamente tem um Apocalipse no tempo em vaivém na flor em trombeta da trepadeira /

Salvador Dalí

De Wikipedia, la enciclopedia libre

(Redirigido desde Dalí)
Salvador Dalí, Marqués de Púbol

Salvador Dalí
Fotografía por Carl Van Vechten tomada
el 29 de noviembre de 1939.
Nombre real Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech
Nacimiento 11 de mayo de 1904
Figueras, España
Fallecimiento 23 de enero de 1989, 84 años
Figueras, España
Nacionalidad español
Área Pintura, Dibujo, Fotografía, Escultura, Escritura
Educación Real Academia de Bellas Artes de San Fernando, Madrid
Movimiento Surrealismo, Cubismo, Dadaísmo
Obras destacadas La persistencia de la memoria (1931)
Construcción blanda con judías hervidas (1936)

Salvador Felipe Jacinto Dalí i Domènech (11 de mayo de 1904 - 23 de enero de 1989), primer marqués de Púbol, fue un pintor surrealista español nacido en Figueras (Cataluña).Dalí es conocido por sus impactantes y oníricas imágenes surrealistas. Sus habilidades pictóricas se suelen atribuir a la influencia y admiración por el arte renacentista. También fue un experto dibujante,[1] [2] Una de sus obras más célebres es "La persistencia de la memoria" , ejecutada en 1931. Los recursos plásticos dalinianos también incluyeron el cine, la escultura y la fotografía, lo cual le condujo a numerosas colaboraciones con otros artistas audiovisuales.Como artista extremadamente imaginativo, manifestó una notable tendencia al narcisismo y la megalomanía, cuyo objeto era atraer la atención pública. Esta conducta irritaba a quienes apreciaban su arte y justificaba a sus críticos, que rechazaban sus conductas excéntricas como un reclamo publicitario ocasionalmente más llamativo que su producción artística.[3] Dalí atribuía su "amor por todo lo que es dorado y resulta excesivo, mi pasión por el lujo y mi amor por la moda oriental" [4] a un autoproclamado "linaje arábigo", que remontaba sus raíces a los tiempos de la dominación árabe de la península ibérica.

...que no conozca el significado de mi arte, no significa que no lo tenga... "La única diferencia entre un loco y yo, es que el loco cree que está sano. Yo sé que estoy loco"
Escultura de Salvador Dalí de la serie "Perfil del tiempo" (1977-1984), con motivo de La persistencia de la memoria. En ella se puede apreciar un reloj blando como los que aparecen en el cuadro.
Las miradas alucinadas de Dalí (izquierda) y su camarada en el surrealismo, Man Ray, en parís, el 16 de junio de 1934, según fotografía de Carl Van Vechten.

En 1929, Dalí colaboró con el director de cine Luis Buñuel, amigo de la residencia de estudiantes, en la redacción del polémico cortometraje Un chien andalou, en el que se mostraban escenas propias del imaginario surrealista. Dalí afirmó haber desempeñado un papel esencial en el rodaje del film, sin que este extremo se haya visto confirmado por la historiografía del arte contemporáneo.[23] En agosto de ese mismo año conoció a su musa y futura esposa Gala,[24] , nacida con el nombre de Elena Ivanovna Diakonowa. Ella era una inmigrante rusa, once años mayor que él, en aquel tiempo casada con el poeta francés Paul Éluard. Ese mismo año, Dalí continuó exponiendo regularmente, ya como profesional, y se unió oficialmente al grupo surrealista afincado en el barrio parisino de Montparnasse. Su trabajo influyó enormemente en el rumbo del surrealismo durante los dos años siguientes, que le aclamó como creador del método paranoico-crítico que, según se decía, ayudaba a acceder al subconsciente liberando energías artísticas creadoras.[8] [9]

Exposición sobre Dalí en Londres En primer término hay una escultura de un elefante de patas alargadas con una pirámide en el lomo, idéntico a uno de los que aparecen en el cuadro. Al fondo se encuentra el London Eye.
Mural del Teatro en el Museo Dalí de Figueras.
La bahía de Portlligat, el paisaje que cautivó al artista en Cadaqués con su casa, hoy museo. Está formada por un conjunto de barracas de pescadores que fueron adquiridas por el pintor y su mujer, Gala. Abierta al público en 1997, en su interior se exhiben recuerdos del pintor, su taller, la biblioteca, sus habitaciones y el jardín.
La iglesia de Sant Pere en Figueras, donde Dalí recibió el bautismo, la primera comunión, y donde se celebró su funeral.
Teatro-Museo Dalí en Figueras. Cuando el alcalde invitó al artista a regalar una pintura para el museo local, Dalí respondió estar dispuesto a donar un museo entero y sugirió como sede el teatro entonces abandonado. En este teatro había expuesto sus dos primeras obras en 1918.

Ciclo Otto

De Wikipedia, la enciclopedia libre

Esquema de un ciclo Otto en un diagrama PV

Ciclo Otto con valores exactos

El ciclo Otto es el ciclo termodinámico ideal que se aplica en los motores de combustión interna. Se caracteriza porque todo el calor se aporta a volumen constante. El ciclo consta de seis procesos, dos de los cuales se cancelan mutuamente:

  • E-A: admisión a presión constante
  • A-B: compresión isentrópica
  • B-C: combustión, aporte de calor a volumen constante. La presión se eleva rápidamente antes de comenzar el tiempo útil
  • C-D: fuerza, adiabática o parte del ciclo que entrega trabajo
  • D-A: Escape, cesión del calor residual al ambiente a volumen constante
  • A-E: Escape, vaciado de la cámara a presión constante.

Hay dos tipos de motores que se rigen por el ciclo de Otto, los motores de dos tiempos y los motores de cuatro tiempos. Este, junto con el motor diésel, es el más utilizado en los automóviles ya que tiene un buen rendimiento y contamina mucho menos que el motor de dos tiempos.


quarta-feira, 17 de junho de 2009

OTTOGRIEBEL : CASTILLO TEMPLÁRIO


A construção de castelos pelos senhores lembra da batalha e da valentia do homem dominante dos primórdios, o homem alfa, o lobo feroz que comandava a alcatéia e domava a matilha, o nobre senhor feudal, o senhor do castelo. Claro que naqueles tempos de castelães, capelas e mosteiros o ser humano já não estava mais totalmente sob o jugo da natureza, tampouco estavam em colaboração com as forças naturais quando encetaram as guerras que levaram a levantar os castros, os primeiros e minúsculos "povoados", com algumas casas em forma circular, de pedra, com cobertura de olmo, utilizados na defesa contra os inimigos mais determinados e em condições similares, que eram outros homens, de outros clãs e tribos, pois então o homem já dominara parcialmente a natureza, já deixara muito da besta que fora na floresta do passado remoto quando era a presa dos predadores.
Na Idade Média, o homem não tinha adversários entre os bichos e porfiavam entre si. A fera humana perdia o estímulo de caçar e matar animais, que era então presa fácil, graças à besta, ao arco e flecha, às espadas, facas, machados e lanças, que não deixavam o animal ter senão uma pequena possibilidade de confrontar o homem : a possibilidade remota do caçador cair do cavalo, literalmente e metaforicamente; a caça às feras ficara, portanto, relegada a segundo plano, a mero esporte, no qual o homem se preparava para caçar bárbaros e mouros, se exercitar para a guerra, onde estava a verdadeira ação. Buscava, pela guerra, matar seus semelhantes, inimigos mais tenazes e astutos, mais perigosos e cuja morte lhe poderia valer reinos e impérios, não apenas peles vistosas, alimento ou entretenimento. A besta do castelo estava solta, em pleno Apocalipse medieval, indo ao Armagedom do cotidiano, junto aos cavaleiros medievais, aos famigerados templários, os Cavaleiros da Ordem do Templo, a um tempo monges e guerreiros brutais.
O homem medieval tomou aos antigos castros o modelo de seus primeiros castelos que, inicialmente, ao que parece, tinham somente a torre circular, onde vivia o senhor e, posteriormente, conforme as necessidades e urgências de proteção contra as guerras e intempéries, foram se transformando paulatinamente, em castelos, ou seja, estruturas de pedras com torre de vigília e muralhas que o circundavam , protegendo-o de um ataque iminente; também, por esse tempo, foi sendo acrescido o fosso, as ameias, outras torres e a torre de menagem. O castelo de Guimarães, em Portugal, castelo tipicamente templário, tem, inclusive, a torre de menagem.É um maravilhoso paradigma de castelo medieval, envolto em românticas lendas templárias e mistérios românticos : um poço fundo no tempo, na memória e nos memes.
Essa época, denominada medieval e também cognominada " idade das trevas", foi descrita por Cervantes, o genial escritor maneta, em sua obra célebre, na qual a sátira impiedosa do autor derramava de sua mente, molhava a pena na tinta e traçava os signos da língua espanhola engendrando aquela que seria uma das maiores obras-primas universais : "El ingenioso Hidalgo Dom Qixote de La Mancha", onde o escritor e poeta espanhol faz dos livros de cavalaria que se liam à época e que evocavam tempos míticos, ou seja, tempos fictos, idealizados por escritores ingênuos ou espertalhões sem talento, tempos que jamais estiveram no espaço, mas ocuparam apenas o imaginário dos escritores de cavalaria e os seus leitores fanáticos, dentre os quais estava o "Cavaleiro do Triste Figura" ( figura simbólica do homem, ou seja, de nós todos), também conhecido mais vulgarmente desde Espanha como Dom Quixote de La Mancha, obra mestra que propicia uma leitura crítica não somente dos livros ( e, portanto, da mente medieval), mas também da mente contextual, ou seja, a mente nossa de cada dia, a mente de todos os tempos no contexto histórico, que tende a nos tornar seres ridículos e dignos de compaixão como o Dom Quixote e seu fiel escudeiro, Sancho Pança, as duas figuras que constituem a dicotomia presente em qualquer relação humana e, até , institucional. o glutão prático e o idealista incauto, puro, imaculado pelo mundo social, amante de sua donzela, a bela imaginada Dulcinéia del Toboso, uma rude, feia e estúpida campônia ou aldeã, que o cavaleiro idealiza.( Nessa história está presente toda a idade Média; ou, ao menos, a parte da Idade Média lida pela mente do excelso poeta de Espanha).
No que tange ao senhor feudal, o homem forte de caráter e de armas, vencedor de batalhas e comandante, líder de homens (capitão, cabeça) é que, posteriormente e, para proteger o território que tomara e o espólio conquistado, bem como as mulheres e escravos tomados como prisioneiros, vencidos os inimigos, o senhor obrigou, com sua autoridade de vencedor e líder, tanto aos escravos, submissos prisioneiros de guerras, bem como aos soldados, construir sua fortaleza de defesa do território, que, pouco e pouco, foi se transformando na forma que hoje temos na mente, em idéia, e no tempo e espaço em pedra : o castelo medieval, pronto, realizado, edificado, tanto fora do castelo erigido na realidade temporal e espacial, quanto o que está dentro da mente humana, na forma viva de símbolo, tal qual se apresenta à mente humana ao pensar, depois de ver um castelo plantado e pronto na realidade espacial e temporal ( há um castelo real e outro correspondente mental, ideal, imperecível, voando de mente em mente, de memória em memória, com seus riscos de imaginação rabiscados por cada artista, cada ser humano que o olhe de dentro, onde pode ver o castelo construído em símbolo e sonho, ou para fora, onde o pode ver em pedra).
O senhor do castelo ordenava aos escravos e soldados a carregarem pedras para construir o abrigo de pedras erguido contra intempéries e guerras : era o castelo, a fortaleza do Senhor Feudal, vinculado ao rei, asilo e proteção para os servos da gleba e vassalos e todos quanto podiam usufruir de sua hospitalidade, naqueles dias pedidos e noites tenebrosas . De cima dessa fortaleza algo mítica e muito real, o senhor Feudal capitaneava o mundo ao redor, dava pão e luz aos que abrigava, aos que estavam sob sua égide. O castelo era uma rocha erguida contra a tempestade, uma luz opondo-se à escura sotaina da noite, às feras e seus rugidos e os assaltantes bárbaros; simbolizava e era de fato a força do Senhor Feudal ( imagine chegar a passo de mula e cavalo a um castelo, depois de muito cair a noite sobre o caminho, manchando-o todo, numa noite bravia em que a tempestade uiva nos lobos!) .
A Igreja, por seu lado, edificava catedrais e conventos cartuxos para demonstrar seu poderio e glória, que diziam ser para a maior glória de Deus. Castelos e mosteiros foram "trincheiras" de guerra durante a Idade dos Cavaleiros; Cavaleiros templários que se defendiam como podiam dos Cavaleiros do Apocalipse, que cavalgam no tempo até os dias de hoje e mesmo antes do espaço ter se estendido : são cavaleiros conceituais, mentais, ficções de poetas ensandecidos pela dor de viver entre as feras que há no mundo amealhando impérios com o sangue e a dor dos pequeninos Cristos : o povo, sempre santo e ingênuo como as crianças.
Cavaleiros templários, cavaleiros do Apocalipse, todos eles ainda vagam perdidos na noite em busca de um Santo Graal escondido em algum castelo templário olvidado.
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JESUS! - WIKIPEDIA : PROFETA JEREMIAS, OH! JESUS! - VIOLINISTA ZUL CELESTE GRIBEL - WIKIPEDIA : VIOLINISTA AZUL CELESTE GRIBEL - WIKIPEDIA : VIOLINISTA AZUL CELESTE, VIOLINISTA AZUL CELESTE, Ó VIOLINISTA AZUL CELESTE DA VODKA SMIRNOFF! - VODKA SMIRNOFF - WIKIPEDIA : VODKA SMIRNOFF GRIBEL - WIKIPEDIA : VODKA SMIRNOFF GRIBEL - VODKA ORLOFF - WIKIPEDIA : VODKA ORLOFF - VODKA ORLOFF GRIBEL - WIKIPEDIA : VODKA ORLOFF GRIBEL - WIKIPEDIA : VODKA ABSOLUTA - WIKIPEDIA : VODKA ABSOLTA - WIKIPEDIA : VODKA ABSOLUTA GRIBEL - WIKIPEDIA : VODKA ABSOLUTA GRIBEL - WIKIPEDIA : OTTO ZUTZ, OTTO ZUTZ GRIBEL - WIKIPEDIA : OTTO ZUTZ, OTTO ZUTZ GRIBEL - TARINGA! - OTTO ZUTZ - TARINGA! - OTTO ZUTZ - WIKIPEDIA : TARINGA! - OTTO ZUTZ - WIKIPEDIA : TARINGA! - OTTO ZUTZ - WIKIPEDIA : TARINGA! - PICASSO - TARINGA! - PICASSO - WIKIPEDIA : TARINGA! - PICASSO - PICASSO GRIBEL - TARINGA! PICASSO GRIBEL - TARINGA! - PICASSO GRIBEL - WIKIPEDIA : TARINGA! - PICASSO GRIBEL - WIKIPEDIA : TARINGA! - PICASSO GRIBEL - WIIPEDIA : PICASSO, PICASSO GRIBEL - WIKIPEDIA : PICASSO, PICASSO GRIBEL - TARINGA! - OTTO BAYER - TARINGA! - OTTO BAYER - WIKIPEDIA : TARINGA! - OTTO BAYER - WIKIPEDIA : TARINGA! - OTTO BAYER - WUKIPEDIA : OTTO BAYER - WIKIPEDIA : OTTO BAYER - WIKIPEDIA : OTTO BAYER GRIBEL - WIKIPEDIA : OTTO BAYER GRIBEL - OTTO BISMARCK, OTTO BISMACK GRIBEL - WIKIPEDIA : OTTO GRIBEL BISMACK - OTTO BISMARK - WIKIPEDIA ; OTTO BISMARK GRIBEL - WIKIPEDIA : VALENTINO ROSSI, VALENTINO ROSSI GRIBEL - WIKIPEDIA : VALENTINO ROSSI GRIBEL , VALENTINO ROSSI - WIKIPEDIA : VALENTINOROSSI, GRIBEL - WIKIPEDIA : VALENTINOROSSI GRIBEL - OTTO FRANK, OTTO FRANK GRIBEL - WIKIPEDIA : OTTO FRANK GRIBEL, OTTO FRANK - WIKIPEDIA : ANA FRANK GRIBEL, ANA FRANK - WIKIPEDIA : ANAN FRNK, ANA FRANK GRIBEL - WIKIPEDIA : OTTO MOTOR GRIBEL - WIKIPEDIA : MOTOR OTTO GRIBEL - TARINGA ! - MOTOR OTTO - TARINGA! - OTTO MOTOR - MOTOR OTTO DE COMBUSTÃO INTERNA - TARINGA! - MOTOR OTTO DE COMBUSTÃO INTERNA - TARINGA! - MOTOR OTTO GRIBEL - WIKIPEDIA : CICLO OTTO MOTOR OTTO - WIKIPEDIA : MOTOR OTTO CICLO OTTO - CICLO OTTOGRIBEL - MOTOR - WIKIPEDIA : CICLO OTTO GRIBE - MOTOR - WIKIPEDIA: CICLO MOTOR GRIBEL - WIKIPEDIA ; CICLO MOTOR GRIBEL.. WIKIPEDIA : GOYA, GOYA, PINTOR ESPANHOL - WIKIPEDIA : GOYA: PINTOR ESPANHOL - GOYA : CAPRICHOS E DESASTRES DA GUERRA - WIKIPEDIA : GOYA: CAPRICHOS E DESASTRES DA GUERRA - WIKIPEDIA : CASTELOS DE CASTILLA, CASTILLOS DE CASTILLA - WIKIPEDIA : CASTELOS, CASTILLOS DE CASTILHA - CASTILLOS, CASTELOS DE ESPANHA, CASTILLA, ESPAÑA, WIKIPEDIA : CASTILLOS DE ESPAÑA, CASTILLA - CATILLOS, CASTELOS - WIKIPEDIA : RENÉ CASTILLO, RENÉ CATILLO, WIKIPEDIA : RENÉ CASTILLO.


Almería ( WIKIPEDIA : ALMERÍA:TARINGA! - ALMERÍA) ; Alcazaba de Almería ( TARINGA! - WIKIPEDIA : CASTILLO DE SAN CRISTÓBAL- TARINGA! ) ; Castillo de San Cristóbal (Almería) ; ( TARINGA! - WIKIPEDIA : CASTILLO DE VELÉZ-BLANCO-TARINGA! - WIKIPEDIA : CASTILLO) ( Castillo de Vélez-Blanco ; Batería de San Felipe ; Batería de San Pedro ; Castillo de Cuevas del Almanzora ; Castillo de Gérgal ; Torre de Macenas ; Batería de San Juan de los Terreros ; Batería de Santa Ana ; Batería de Guardias Viejas ; Cádiz ; Castillo de Aznalmara ; Castillo de Berroquejo ; Castillo del Espíritu Santo ; Castillo de GigonzaCastillo de Melgarejo ; Castillo de Santa Catalina (Cádiz) ; Castillo de San Sebastián (Cádiz) ; Castillo de Sancti Petri ; Castillo de San Romualdo ; Batería de Urrutia ; Batería de Zuazo ; Castillo de San Marcos (El Puerto de Santa María) ; Fuerte de San Luis ; Castillo de Guzmán el Bueno ; Castillo de Tarifa ; Alcazaba Califal de Tarifa ; Castillo de Zahara de la Sierra ; Castillo de Zahara de los Atunes ; Castillo de Jimena de la Frontera ; Castillo de Alcalá de los Gazules ; Castillo de Bornos ; Castillo de Olvera ; Castillo de CarastasCastillo de Setenil de las Bodegas ; Castillo de Arcos de la Frontera ; Castillo de Benaocaz ; Castillo de Tavizna ; Castillo de San Lorenzo del Puntal ; Castillo del Puntal ; Castillo de Conil de la Frontera ; Alcázar de Jerez de la Frontera ; Castillo Fortaleza de Tempul (Algar) ; Castillo de La Cortadura ; Castillo de Vejer de la Frontera ; Castillo de Ben Alud ; Castillo de Luna (Rota) ; Castillo de Torre-Alháquime ; Castillo de Fátima (Ubrique) ; Castillo de Matrera (Villamartín) ; Castillo de Berrueco (Jerez de la Frontera) ; Castillo de Torrestrella ; Castillo de Santiago (Sanlúcar de Barrameda) ; Castillo de Medina-Sidonia ; Castillo de Algeciras ; Castillo del Lirio (Chiclana de la Frontera) ; Castillo de Carteia (San Roque) ; Castillo de Fatetar ; Castillo de Doña Blanca ; Córdoba ; ; ; Alcazaba de Bujalance ; Alcázar de los Reyes Cristianos ; Castillo de Almodóvar del Río ; Castillo de Belmez ; Castillo de Espejo ; Castillo de Zuheros ; Granada; Alhambra ; Castillo de La Calahorra ; Alcazaba de Loja ; Castillo de Almuñécar ; Alcazaba de Salobreña ; El Castillejo (Los Guájares) ; Castillo de Píñar ; Castillo de Láchar ; Castillo de MontefríoCastillo de Moclín ; Alcazaba de Guadix ; Alcazaba de BazaCastillo de Iznalloz ; Castillo de Illora ; Motril y Gualchos ; Huelva ; ; ; Alfayat de la Peña ; Castillo de Aracena ; Castillo de Ayamonte ; Castillo de Cortegana ; Castillo de Cumbres Mayores ; Castillo de Cartaya ; Castillo de Moguer ; Castillo de Niebla ; Castillo de San Pedro ; Jaén ; Castillo de Alcaudete ; Castillo de Andújar ; Castillo de Arjona ; Castillo de Begíjar ; Castillo de Boabdil (Porcuna) ; Castillo de Burgalimar (Baños de la Encina) ; Castillo de Canena ; Castillo de Castro Ferral (Santa Elena) ; Castillo de Giribaile (Vilches) ; Castillo de Jamilena ; Castillo de la Encomienda de Víboras ; Castillo de La Guardia de Jaén ; Castillo de la Iruela ; Castillo de la Mota (Alcalá la Real) ; Castillo de la Peña (Martos) ; Castillo de la Tobaruela (Linares) ; Castillo de la Villa (Martos) ; Castillo del Berrueco (Torredelcampo) ; Castillo de Linares ; Castillo de Lopera ; Castillo de Sabiote ; Castillo del Trovador Macías (Arjonilla) ; Castillo de Navas de Tolosa (La Carolina) ; Castillo de Otíñar ; Castillo de Torredonjimeno ; Castillo de Santa Catalina (Jaén) ; Castillo de Santa Eufemia (Cástulo) ; Castillo de Segura de la Sierra ; Castillo de Vilches ; ta de los Castillos y las Batallas; Málaga ; Castillo de Gibralfaro ; Alcazaba de Málaga ; Castillo de Bentomiz ; Castillo Sohail ; Alcazaba de Vélez-Málaga ; Alcazaba de Antequera ; Castillo de Zalia ; Sevilla ; Alcázar del Rey Don Pedro (Carmona) ; Alcázar de la puerta de Sevilla (Carmona) ; Castillo de Cote (Montellano) ; Castillo de El Coronil ; Castillo de las Aguzaderas (El Coronil) ; Castillo de Los Molares ; Castillo de Luna (Mairena del Alcor) ; Castillo de Marchenilla (Alcalá de Guadaíra) ; Castillo de Morón de la Frontera ; Castillo de Utrera ; Reales Alcázares (Sevilla) ; Alcazar de Alcalá de Guadaíra ; Aragón

Huesca ; Castillo de Boltaña ; Castillo de Loarre ; Castillo de Marcuello ; Castillo de Monzón ; Teruel ; Castillo de Albarracín ; Castillo de los Calatravos ; Castillo de Peracense ; Castillo de Tornos ; Zaragoza ; Castillo de La Aljafería (Zaragoza) ; Castillo de Biel ; Castillo de Luesia ; Castillo de Sádaba ; Castillo de Sibirana ; Principado de Asturias ; Castillo de Las Caldas ; Cantabria